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Horto do Esposo — MARIO MARTINS

Antes de mais nada, uma pequena mas necessária divagação. Temos, em filosofia, o «mal metafísico», a negação de perfeições indevidas a tal ou tal ser. Um cavalo não tem a beleza alada da borboleta nem a inteligência do homem. Este não-ter constitui um mal metafísico. Por sua vez, a borboleta não possui a força do cavalo, nem a sua capacidade de viver longos anos. Enfim, o homem não tem a inteligência perfeita dos anjos.</description>
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Horto do Esposo — MARIO MARTINS

Como escapar a este doloroso fluir das coisas amadas? Temos uma saída drástica: Destemporalizar-nos! Pensar, amar e realizar a nossa eternidade. Desenraizar-nos deste mundo e caminhar internamente para Deus e para o que não muda, seguindo a nossa vocação essencial de peregrinos, de caminhantes.</description>
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        <description>MARTINS HORTO III

Horto do Esposo — MARIO MARTINS

E é neste ponto que surge, no Horto do Esposo, a parábola do unicórnio cristianizada na legenda de S. Barlaão e S. Josafá.

Viver é um durar precário, constantemente roído pelo tempo, e todos somos reservados e guardados pera a morte. Ainda mais: todos morremos e assy escorremos como a água êna terra. É o fluir da existência, o ir-passando.</description>
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Horto do Esposo — MARIO MARTINS
Excertos de “Introdução Histórica à Vidência do Tempo e da Morte”

DESTEMPORALIZAÇÃO

Poderíamos analisar uma multidão de obras, mas limitamo-nos ao Horto do Esposo, uma das mais significativas, pelo negativismo inicial da maioria das suas páginas, aliás compensado pela sua finalidade transcendente e positiva. E o facto de tal obra ser principalmente uma vasta rapsódia, à base de autores lidos na Idade Média, transforma-a em símbolo …</description>
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