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        <title>CRISTOLOGIA - estudos:caputo</title>
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        <title>CRISTOLOGIA</title>
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        <title>A ROSA DE SILESIUS E O DASEIN DE HEIDEGGER</title>
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        <description>A ROSA DE SILESIUS E O DASEIN DE HEIDEGGER

Mas a rosa também é um modelo para o próprio Dasein, assim como foi também um modelo para a alma no poema de Silesius. O Dasein deve ser sem porquê, não no sentido daquilo que existe por si mesmo (das Vorliegende), mas no sentido de deixar o ser existir (Vorliegen-lassen). O Dasein deve suspender o pensamento representacional para permitir que o Ser surja, emerja e se destaque. Caso contrário, o Ser torna-se um objeto medido pelas dimensões do sujeito …</description>
    </item>
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        <title>AQUELE-QUE-AÍ-É IMUTAVELMENTE [MEHT:12-13]</title>
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        <description>AQUELE-QUE-AÍ-É IMUTAVELMENTE [MEHT:12-13]

Embora ocorram mudanças entre as criaturas, o próprio Deus permanece o mesmo, permanecendo em desapego imutável. Foi por esta razão que Deus disse a Moisés para dizer ao Faraó que “Ele que é” o havia enviado. “Isso é o mesmo que dizer”, comenta</description>
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        <title>CENTELHA DA ALMA [MEHT:158-159]</title>
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        <description>CENTELHA DA ALMA [MEHT:158-159]

Mesmo Meister Eckhart, na visão de Heidegger, não consegue entender que o homem é basicamente e fundamentalmente uma relação com o que é e que isso não é simplesmente algo “acrescentado” ao homem.

Acredito que Heidegger esteja equivocado quanto a isso. Para</description>
    </item>
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        <title>COTIDIANIDADE [MEHT:160-161]</title>
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        <description>COTIDIANIDADE [MEHT:160-161]

Também é importante perceber, no entanto, que nem Eckhart nem Heidegger olham para a existência cotidiana com desprezo. Para ambos, o cotidiano não é desprezível, mas apenas “derivado”, repousando em bases mais profundas. Para</description>
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        <title>DESAPEGO E HUMILDADE [MEHT:13-14]</title>
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        <description>DESAPEGO E HUMILDADE [MEHT:13-14]

Deus vive num desapego imóvel de tudo o que foi criado, e a alma assimila-se a Deus, desligando as suas afeições – o seu “coração” – de todas as criaturas, incluindo até de si mesma.

O mesmo tipo de argumento é apresentado contra a primazia da humildade. Pela humildade, o homem se abaixa diante das criaturas e, portanto, mantém-se em relação com as criaturas. Mas o desapego não quer estar nem acima das criaturas nem abaixo delas. Ele não deseja ter nenhuma rel…</description>
    </item>
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        <title>DESAPEGO IMÓVEL [MEHT:14]</title>
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        <description>DESAPEGO IMÓVEL [MEHT:14]

Através do desapego, a alma permite que Deus seja tudo, e deseja apenas deixar que a vontade de Deus seja cumprida por completo. Purifica-se para deixar que Deus habite diretamente nela. É por isso que Meister Eckhart cita São Paulo: “Eu vivo agora, não eu, mas Cristo vive em mim” (Gálatas 2:20).</description>
    </item>
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        <title>DESAPEGO MAIS ELEVADO QUE AMOR [MEHT:13]</title>
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        <description>DESAPEGO MAIS ELEVADO QUE AMOR [MEHT:13]

À maneira de um místico que é também um mestre escolástico – lembramos a observação de Heidegger no Habilitationsschrift sobre a unidade do misticismo e da escolástica na Idade Média – Eckhart nos fornece algumas provas da primazia do desapego. Assim, ele argumenta que o desapego é superior ao amor e à humildade. O amor é elogiado acima de todas as virtudes por</description>
    </item>
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        <title>DO DESAPEGO [MEHT:11-12]</title>
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        <description>DO DESAPEGO [MEHT:11-12]
Do Desapego* é uma tentativa de Eckhart de retratar o “desapego” (Abgeschiedenheit) como a mais elevada de todas as virtudes. O desapego é o ápice e a coroa das virtudes; se a alma possuir desapego, também possuirá todas as virtudes menores. O “desapego” não é uma das virtudes morais habituais de que os filósofos tradicionalmente falam nos seus tratados de ética. Na verdade, para usar uma distinção kierkegaardiana, o desapego não é primariamente uma categoria “ética”, ma…</description>
    </item>
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        <title>DESAPEGO: UNIÃO MÍSTICA [MEHT:13]</title>
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        <description>DESAPEGO: UNIÃO MÍSTICA [MEHT:13]

O desapego é a chave para a união mística em Eckhart. É por isso que é superior a qualquer virtude moral. Pois as virtudes sempre têm a ver, de uma forma ou de outra, com as criaturas, ao passo que pelo desapego a alma se relaciona imediatamente com o próprio Deus. Existe uma regra de proporções inversas no desapego:</description>
    </item>
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        <title>DEUS É &quot;DESAPEGADO&quot; [MEHT:12]</title>
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        <description>DEUS É &quot;DESAPEGADO&quot; [MEHT:12]

Deus é “desapegado” para Eckhart porque Ele é a substância mais elevada e mais completamente “separada” possível – o ens separatissimum, se preferir. Ele é o mais completamente afastado da matéria e da particularidade. Deus não é “isto nem aquilo”, Meister</description>
    </item>
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        <title>ESSE-ENS E SER-ENTE</title>
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        <description>ESSE-ENS E SER-ENTE

(John Caputo, HAOM)

Do ponto de vista de São Tomás, o trabalho de Gilson é especialmente pertinente, pois ele defende a tese tomista sobre o ser historicamente. Com uma rara combinação de erudição histórica e insight filosófico (FS2 194),</description>
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        <title>HOMEM EM HEIDEGGER E ECKHART [MEHT:156-159]</title>
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        <description>HOMEM EM HEIDEGGER E ECKHART [MEHT:156-159]

Nem Eckhart nem Heidegger falam de “homem”. Para ambos os pensadores, existe algo mais profundo dentro do homem, algo que não é meramente humano, que constitui a verdadeira dignidade e valor do homem. Para ambos, existe um terreno oculto onde reside o ser mais verdadeiro e a natureza essencial (Wesen) do homem. “Aqui está o homem, um verdadeiro homem”, escreve</description>
    </item>
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        <title>MORADA [MEHT:159]</title>
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        <description>MORADA [MEHT:159]

Com efeito, é porque Heidegger e Eckhart têm concepções tão semelhantes do verdadeiro ser do homem que cada um deles pode falar da necessidade de o homem “retornar” à sua essência mais íntima. Assim, para Heidegger, o Dasein é o próprio ser do homem pelo qual ele está sempre e desde o início relacionado ao Ser. O Dasein não é algo que deve ser alcançado, mas algo em que o homem já se encontra. O homem já é Dasein, e sua tarefa é tornar-se o que ele é, ou seja, retomá-lo e torn…</description>
    </item>
    <item rdf:about="https://www.cristologia.hyperlogos.info/doku.php?id=estudos:caputo:objeto-de-desapego-e-nada-meht&amp;rev=1771343801&amp;do=diff">
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        <title>OBJETO DE DESAPEGO É NADA [MEHT:15]</title>
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        <description>OBJETO DE DESAPEGO É NADA [MEHT:15]

Em outras palavras, na visão de Eckhart, está aberta ao homem interior a possibilidade de se elevar à contemplação da essência divina, seja por meio de uma forma ou ideia que lhe é diretamente implantada por Deus, seja por meio de uma forma completamente não-humana, cognição representacional (ohne Bilde). Por meio dos sentidos, o homem habita entre as coisas e a representação (Bild, Bildvorstellung) das coisas. Mas o homem desapegado, que é o homem interior, …</description>
    </item>
    <item rdf:about="https://www.cristologia.hyperlogos.info/doku.php?id=estudos:caputo:pai-gera-o-filho-imagem-do-pai-meht163-164&amp;rev=1771343801&amp;do=diff">
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        <title>PAI GERA O FILHO, IMAGEM DO PAI [MEHT:163-164]</title>
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        <description>PAI GERA O FILHO, IMAGEM DO PAI [MEHT:163-164]

Vimos, além disso, que o processo pelo qual o Pai gera o Filho na alma é o processo de produção da sua própria “imagem”: “O Pai celeste traz em mim a sua própria imagem” (Q, 220,16-7/ Serm., 239). Recordamos que não bastava que o Filho fosse apenas como o Pai para ser Sua Imagem; também era necessário que Ele fosse sustentado em Seu ser como imagem pelo Pai. Agora, a explicação de Heidegger sobre a relação entre o Ser e o Dasein está notavelmente e…</description>
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        <title>QUEDA [MEHT:159-160]</title>
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        <description>QUEDA [MEHT:159-160]

Heidegger também adverte sobre o perigo de ficar tão preocupado com  os negócios da existência cotidiana a ponto de esquecer a questão do Ser. De fato, na primeira vez em que Heidegger fez essa distinção em Ser e Tempo, usou uma expressão religiosa para descrevê-la: queda. O Dasein é</description>
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        <title>SER COMO A ROSA DE SILESIUS [MEHT:189-191]</title>
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        <description>SER COMO A ROSA DE SILESIUS [MEHT:189-191]

	&quot; O que não é dito no dito , e tudo depende disso, é antes que o homem, no fundo mais oculto da sua essência, é primeiro verdadeiramente, quando é à sua maneira como a rosa, sem porquê. (GA10, 72-3)</description>
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        <title>SER É DEUS [MEHT:103-109]</title>
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        <description>SER É DEUS [MEHT:103-109]

No “Prólogo” do Opus Tripartitum, Eckhart expõe a “primeira proposição” da qual, se formos cuidadosos, quase tudo o que se pode conhecer de Deus pode ser deduzido (LW, I, 168/85). A proposição é: ser é Deus (esse est deus). Ele não diz, como fez</description>
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        <title>CAPUTO</title>
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        <description>CAPUTO


JOHN CAPUTO
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