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BAZAN GNOSIS DOUTRINA

Francisco García Bazán — gnosis

DOUTRINAS E HISTÓRIA DO GNOSTICISMO

  • Introdução: O dualismo religioso
  • Noção contenciosa
  • Simone Pétrement
  • Ugo Bianchi
  • Dualismos
  • Filosófico
  • Dois princípios absolutos e irredutíveis, constituintes do universo
  • Dão razão à realidade total
  • Opõe-se ao monismo, ao panteísmo
  • Solução ocidentalista, obra de reflexão racional
  • Wolff: substâncias espiritual e material
  • Doutrina platônica, cartesiana e kantiana seriam dualistas
  • Pensamento de Aristóteles, Espinoza, Leibniz e Idealismo Alemão seria monista
  • Dualismo gnoseológico, ético, antropológico, psicológico, etc
  • Religioso
  • Diretamente relacionado com a experiência religiosa
  • Origem
  • Originalmente se acreditava ser originário da religião do antigo Irã (Zoroastrismo)
  • Investigações etnológicas identificam em todas as civilizações no tempo e no espaço
  • Fenomenologia religiosa
  • Características do dualismo religioso
  • Coeternidade de deuses ou de princípios essencialmente contrários
  • Não convertibilidade de ambos os termos
  • Atividade criadora ou co-criadora do mal e direção do criado
  • Propensão da mescla cósmica até o bem que a transcende
  • Estudiosos
  • Dualismo deduzível da ideia de transcendência, onde já se encontra assim implícito.
  • Divino além do Mundo é assim Outro
  • Toda religião é de algum modo dualista
  • Dualismo mais ou menos forte, mas não absoluto
  • Características
  • Subjetividade frente ao pensamento monista, que está mais separado do sujeito
  • Caráter crítico e negativo
  • Busca da salvação
  • Salvação encontrada em algo novo e desconhecido
  • Origem
  • Experiência do mal, levando à questão do bem, visto assim como separado
  • Consciência do bem como transcendente e novo
  • Dualidade de princípios é só forma externa e abstrata
  • Bianchi
  • Criação e governo do mundo são o resultado de poderes opostos
  • Caracteres do mito
  • Criador
  • Co-criador rival e com capacidade demiúrgica
  • Primordial como Uno ou totalidade, cuja queda desemboca na multiplicidade
  • Rousseau
  • Existe um Deus Bom paralelamente com ele, outro mal por natureza
  • Este último é arche, logo incriado e eterno
  • É criador
  • É inferior ao Deus bom
  • Capítulo I: Definição do Gnosticismo
  • O mito gnóstico
  • Capítulo II: As origens do gnosticismo
  • Origens cristãos
  • Origens judaicos
  • Origens helenísticos
  • Origens orientais
  • Capítulo III: O dualismo do gnosticismo cristão
  • Simão Samaritano
  • Menandro
  • Saturnino
  • O livro secreto de João
  • Barbelognósticos e Ofitas
  • Naassenos, Peratas e sethianos de Hipólito de Roma
  • Basílides
  • Marcion
  • Valentino
  • Os novos descobrimentos
  • Capítulo IV : O Novo Testamento e o gnosticismo
  • Corpus Paulinum
  • Evangelhos sinópticos
  • Evangelho de São João
  • Os Atos dos Apóstolos
  • As epístolas católicas e pastorais
  • Capítulo V: Os gnósticos de Plotino
  • Enéada III, 8
  • Enéada V, 8
  • Enéada V, 5
  • Enéada II, 9
  • Indícios e ratificações da polêmica gnóstica
  • Capítulo VI: O gnosticismo oriental
  • Maniqueísmo
  • Mandeísmo
  • Conclusões
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