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ZINZENDORF

Pierre Deghaye — A Doutrina Esotérica de Zinzendorf (1700-1760)

LA DOCTRINE ÉSOTÉRIQUE DE ZINZENDORF : 1700-1760

Sua tese de doutorado na Sorbonne, foi publicada pela prestigiosa Editora Klincksieck, em 1969. Nela Deghaye apresenta por inteiro a pregação de Zinzendorf, o fundador de Herrnhut, o homem dividido entre as doutrinas recebidas e seu temperamento. Levanta a questão que possa ter levado para o domínio da ação religiosa todas as ambições que não pôde satisfazer no plano político. Ao mesmo tempo Deghaye reconhece a especificidade do fato espiritual, que responde negativamente à questão levantada.

Qual seria a doutrina de Zizendorf? A classificação dentro da corrente do Pietismo não parece suficiente, assim como não se aplica na integralidade para tantos outros nela enquadrados. Em Zizendorf, como em Gottfried Arnold ou Pierre Poiret, é a adesão a uma tradição, o fenômeno primário. O que é particular em Zizendorf são as dificuldades que experimentou, devido a seu temperamento, para se manter fiel a esta adesão.

A tradição à qual se associa Zizendorf é proveniente de fontes diversas, mas apresenta uma constante: o esoterismo. Daí o título da tese: A doutrina esotérica de Zinzendorf. Não se trata de um esoterismo institucional, como a Maçonaria, mas de um fundamentado em uma concepção puramente espiritual, desafiando, em sua intenção primeira, qualquer institucionalismo.


Índice

  • PARTE PRIMEIRA
  • O PRINCÍPIO DO ESOTERISMO E A AÇÃO PRÁTICA DE ZINZENDORF
    • I. — INTRODUÇÃO
    • II. — RECUSA DE UMA REGRA INSTITUCIONAL DO SEGREDO
      • 1. Acusação feita contra os Irmãos
      • 2. O testemunho de Spangenberg
      • 3. A defesa de Zinzendorf
        • A) Verdades naturalmente secretas
        • B) O problema na perspectiva das perseguições
        • C) O mesmo problema para uma comunidade não perseguida
    • III. — PROIBIÇÃO ESPIRITUAL
      • 1. Theologia publica e arcana
      • 2. O Espírito e o mundo
      • 3. Os mistérios não se ensinam
      • 4. Mistérios e pregação religiosa
      • 5. Graus no conhecimento. Direção espiritual
    • IV. — O ESCUDO DAS RELIGIÕES
      • 1. Papel de polícia
      • 2. Prática religiosa e separatismo
      • 3. O pequeno rebanho
      • 4. Zinzendorf e o pietismo clerical
      • 5. O cumprimento da Lei
      • 6. Não dar o mau exemplo
      • 7. A separação na perspectiva do cumprimento do tempo
      • 8. Os separatistas perigosos
    • V. — A LINGUAGEM DA TEOLOGIA CLÁSSICA
      • 1. Referência à Bíblia e aos cânticos antigos
      • 2. Referência ao símbolo de Niceia
      • 3. Referência à Confissão de Augsburgo
    • VI. — ZINZENDORF JULGADO NO TERRENO DA TEOLOGIA DOGMÁTICA
      • 1. Seus defensores
        • A) O problema da unidade da doutrina
        • B) Zinzendorf e Lutero
      • 2. Os censores luteranos de Zinzendorf
    • VII. — TEOLOGIA LUTERANA E THEOLOGIA REGENITORUM
      • 1. Plano objetivo da salvação e plano individual
      • 2. A antinomia e sua resolução
    • VIII. — TEOLOGIA CLÁSSICA E MÍSTICA CLÁSSICA
      • 1. Teologia clássica e falsa mística
      • 2. Zinzendorf e a mística “quietista”
      • 3. Zinzendorf e Arndt. Mística e pietismo
      • 4. Mística e espírito reformador
    • IX. — DOUTRINA E PRÁTICA
      • 1. Exposição dos mistérios
      • 2. Paradoxo do mistério cristão
      • 3. A acepção da palavra mistério
      • 4. Predicação e vocação dos Irmãos
    • X. — AS ESTRUTURAS DA COMUNIDADE
      • 1. Os tropos
      • 2. Apostolado e comunidade
      • 3. Os amigos dos Irmãos
      • 4. O realismo de Zinzendorf
    • XI. — ZINZENDORF EVANGELISTA
      • 1. O apostolado, vocação do pequeno rebanho
      • 2. A predicação ao entardecer do tempo
      • 3. Os mensageiros do Apocalipse
    • XII. — O APÓSTOLO ESPIRITUAL
      • 1. O sacerdócio espiritual
      • 2. O anúncio da fé e seus problemas
      • 3. Os mistérios tratados no plano das verdades públicas
    • XIII. — A LINGUAGEM DO CORAÇÃO
      • 1. Duplo sentido da palavra coração
      • 2. Herzbegriff e Herzwahrheit. Os graus da fé
      • 3. Valor do sentimento
    • XIV. — AÇÃO E CONTEMPLAÇÃO
      • 1. Temperamento e doutrina
      • 2. Zinzendorf e a condessa Benigna-Maria de Reuss-Ebersdorff
      • 3. A acepção da palavra ação
      • 4. A má consciência de Zinzendorf
      • 5. Vocação comunitária e necessidade de solidão
      • 6. O problema da vida contemplativa na perspectiva de uma crítica geral da Reforma
      • 7. Zinzendorf e as pessoas tranquilas do país
    • XV. — A ORDEM DO GRÃO DE MOSTARDA (SENFKORNORDEN)
      • 1. Sociedade cristã e secreta
      • 2. O plano específico da Ordem do Grão de Mostarda
      • 3. A serviço do gênero humano
      • 4. A Ordem do Grão de Mostarda e a Maçonaria
      • 5. A Ordem do Grão de Mostarda e o projeto de J. V. Andréa
      • 6. A Ordem do Grão de Mostarda e seu ritual
      • 7. Outra sociedade secreta. Natureza das duas ordens
    • XVI. — OS DOIS ASPECTOS DO CULTO DE JESUS
      • 1. Verdade patente e mistério
      • 2. O Cristo numen e o instinto religioso
      • 3. Aura protetora
      • 4. Dissemelhança e muro de separação
      • 5. Theologia salvifica e Theologia regenitorum
      • 6. Jesus dá um Deus a seus Irmãos
      • 7. A liturgia do Pai
      • 8. O Cristo esotérico. Emanuel
      • 9. Cristo de baixo e Cristo de cima: sua unidade no coração dos eleitos
      • 10. Deus à semelhança de cada um
    • XVII. — RELIGIÃO E CRISTIANISMO
      • 1. O conhecimento dos regenerados: total e universal
      • 2. A religião sem nome; a única verdadeira religião
  • PARTE SEGUNDA
  • O PRINCÍPIO DO ESOTERISMO À LUZ DAS DIFERENTES TRADIÇÕES
    • I. — INTRODUÇÃO
    • II. — AS FONTES MODERNAS
      • 1. A avó
      • 2. Spener
      • 3. J. W. Petersen
        • A) O tempo de cada revelação
        • B) O tempo como medida da existência individual
      • 4. G. Arnold
      • 5. P. Poiret
      • 7. Jean de Labadie
      • 8. J. Boehme
        • A) O conhecimento é desigual
        • B) A letra e o espírito: exoterismo e esoterismo
        • C) O templo do Espírito e a igreja feita por mão humana
        • D) O muro de separação
    • III. — CLEMENTE DE ALEXANDRIA
      • 1. Conhecimento de Clemente
      • 2. O homem espiritual
      • 3. Gnose e mistério
      • 4. A gnose: escrita e não escrita
      • 5. Theologia publica e Theologia arcana
      • 6. As três categorias de pessoas
      • 7. Cristãos comuns e gnósticos. Chamados e eleitos
    • IV. — ORÍGENES
      • 1. Conhecimento de Orígenes
      • 2. Transcendência absoluta e abismo de gnose
      • 3. Jesus instrui seus apóstolos
      • 4. O termo esoterismo
      • 5. O paradoxo do mistério notório
      • 6. Duplo ensino na Escritura
      • 7. Jesus para o mundo e Jesus para seus discípulos
      • 8. O leite das crianças e o alimento sólido dos adultos
      • 9. Cristo de cima e Cristo de baixo
      • 10. Emanuel: a humanidade transfigurada
      • 11. O Crucificado: Deus dos espirituais
      • 12. A hierarquia das almas
      • 13. Os dois sacerdócios
      • 14. O papel do apóstolo
      • 15. Apóstolo e contemplativo
    • V. — ZINZENDORF E A CABALA: AS FONTES
      • 1. A avó e seu círculo
      • 2. Um fragmento sobre a Cabala
      • 3. Zinzendorf e Oetinger
        • A) A filosofia sagrada: Boehme e a Cabala
        • B) A Defesa do Gesangbuch
        • C) Parentesco entre duas doutrinas
        • D) Incompatibilidade de humor
      • 4. Jacques Basnage
      • 5. F. F. Buddeus
        • A) A admiração pelo homem
        • B) O projeto de uma história das verdadeiras testemunhas
        • C) A Introdução à História da Filosofia dos Hebreus
        • D) Influência possível de Buddeus sobre Zinzendorf
        • E) Comenius restaurador da filosofia dos hebreus
    • VI. — ZINZENDORF E O ESPÍRITO DA CABALA: PONTOS COMUNS
      • 1. Definição da Cabala
      • 2. A Lei espiritual em Zinzendorf
      • 3. A Lei e o Evangelho
      • 4. A noção de participação mística
      • 5. A Presença divina
      • 6. A Shekhinah na primeira e na terceira das três “economias”
      • 7. Presença de majestade e presença individual
      • 8. A Glória de Deus. Teoria da encarnação espiritual
      • 9. Shekhinah e Espírito Santo
      • 10. O Paráclito
      • 11. Emanuel. O Crucificado transfigurado
      • 12. Pão da vida e gnose
      • 13. Só se pode confessar a humanidade de Jesus no Espírito Santo
    • VII. — ZINZENDORF E O ESPÍRITO DA CABALA: AS DIFERENÇAS
      • 1. O temor de Deus e a liberdade do cristão
      • 2. O ideal do Perfeito e o espírito da Cabala
      • 3. Uma nova nação santa
      • 4. Religião e contemplação
      • 5. Fé e Palavra: Lutero e Zinzendorf
      • 6. Lei escrita e Lei oral. Problema da unidade de Deus. Acordo teórico entre Zinzendorf e a Cabala
      • 7. Desacordo sobre o valor atribuído à prática religiosa
      • 8. A oração sem intermissão. Sua definição na teologia mística
      • 9. A liturgia segundo Zinzendorf
      • 10. Liturgia racional e liturgia ordinária
      • 11. Liturgia do coração e liturgia falada
      • 12. Paz contemplativa e entusiasmo profético
      • 13. Profecia e gnose
      • 14. A Cabala profética
      • 15. Profetismo bíblico e contemplação
      • 16. Apostolado e contemplação
      • 17. O Hassidismo
      • 18. A letra mata
      • 19. Maldição do literalismo e mística da Escritura na Cabala judaica
      • 20. Boehme: a mística da Escritura em sua transposição idealista
      • 21. Zinzendorf: mística dos Nomes divinos e desprezo da letra
      • 22. O messianismo judaico e a versão zinzendorfiana da consumação do tempo
    • VIII. — ZINZENDORF E A GNOSE
      • 1. Conhecimento da Gnose
      • 2. Gnose e Cabala
      • 3. Filosofia das naturezas e predestinação
      • 4. Predestinação e universalidade da salvação
      • 5. Universalidade da salvação e hierarquia das almas
      • 6. Eleição e livre-arbítrio
      • 7. Tripartição gnóstica
      • 8. Irmãos morávios e valentinianos
      • 9. A Igreja perfeita dos gnósticos
      • 10. A Igreja perfeita segundo Zinzendorf
      • 11. A Igreja símbolo do Pleroma
      • 12. A maternidade de Cristo
      • 13. A maternidade do Espírito Santo
      • 14. A Igreja invisível
      • 15. Pneuma global e espírito individual segundo Zinzendorf
      • 16. O espiritual e seu anjo. A Kyria celestial
      • 17. A Igreja celestial e Babilônia
      • 18. O Deus dos deuses: a grande liturgia
      • 19. A união do espiritual e de seu anjo
      • 20. Os pneumáticos e os psíquicos: cristos e cristãos, eleitos e chamados
      • 21. O Deus dos psíquicos segundo a Gnose valentiniana
      • 22. Zinzendorf: o Pai dos espirituais e o pater communis
      • 23. O Cristo legislador do Antigo Testamento e Juiz
      • 24. A descida de Deus na perspectiva da criação
      • 25. Os dois móveis da criação: amor e justiça
      • 26. Batismo religioso e batismo espiritual
        • A) O diploma de filiação divina
        • B) O batismo de água e o batismo no Espírito Santo
        • C) O batismo do fogo: batismo de sangue
        • D) O batismo ordinário: a circuncisão. Necessidade do segundo nascimento
        • E) O batismo de adultos. Diferenças com os Batistas e os Anabatistas
        • F) O sacramento espiritual: o único verdadeiro
        • G) O batismo espiritual: símbolo da geração dos Perfeitos
        • H) Um mistério no limiar de toda vida espiritual. A unção de luz dos gnósticos
      • 27. A Eucaristia
        • A) União mística
        • B) As emanações do corpo de Cristo
        • C) Adesão substancial ao Divino
        • D) O sangue de Cristo: materia prima. Presença real e participação mística
        • E) A Igreja mística: secreta, invisível
        • F) O sacramento das religiões: um rito, um simples sinal
        • G) Os fiéis comuns excluídos da comunhão de Cristo
        • H) Agar e Sara: Babilônia e a Jerusalém celestial
        • I) Eucaristia calvinista no plano das religiões, “luterana” para os espirituais
      • 28. A fé dos psíquicos e a fé dos espirituais
        • A) A fé determinada pela natureza
        • B) A fé infeliz da criatura
        • C) A fé que se apega aos prodígios
        • E) A fé histórica
        • F) A caridade infusa princípio da verdadeira fé
        • G) Regenerados e profetas
        • H) As graças especiais
        • I) Psicologia das pessoas e teologia dos planos do Divino
        • J) Bem-aventurados os que creem sem ter visto
        • K) Fé substancial
        • L) A felicidade espiritual
        • M) A visão espiritual
        • N) Contemplação habitual
        • O) As duas manifestações do Espírito. A efusão do Pentecostes e o batismo espiritual
        • P) A efusão do Espírito fatal para os não regenerados
        • Q) O destino trágico de Moisés
        • R) A fidúcia dos psíquicos: a fidelidade de Deus e a do crente
        • S) A fé nova: a fé dos ancestrais fundada num milagre único?
        • T) A fé dos ancestrais em Paulo
        • U) A fidúcia de Lutero: fundada na certeza do perdão
        • V) A fidúcia dos espirituais: fundada na unção
        • X) O comércio particular dos espirituais com Deus
        • Y) A fé de Lutero e a fé dos luteranos
        • Z) Fé e gnose
      • 29. A vida dos espirituais
        • A) A perfeição
        • B) Consciência una e consciência dividida
        • C) O amoralismo de Deus e dos espirituais
        • D) Fé e moral
        • E) O amor ao próximo
        • F) Amar os Irmãos
        • G) As obras dos espirituais e as obras dos psíquicos
        • H) O mistério do pecado
          • a) Impecabilidade do homem espiritual
          • b) Perfeitos e fariseus
          • c) A imperfeição dos Perfeitos
          • d) Os espirituais mártires do pecado
  • PARTE TERCEIRA
  • DO DEUS ESCONDIDO AO DEUS REVELADO
    • I. — INTRODUÇÃO
    • II. — O DEUS ESCONDIDO
      • 1. Deus invisível
      • 2. A Divindade originária
      • 3. A Divindade transcendente na mística
      • 4. O numen ou o inferno
        • A) O abismo divino: um inferno
        • B) O Deus absconditus de Lutero e a teoria do numen de R. Otto
        • C) Teologia da transcendência
      • 5. A falta de Sofia
      • 6. A queda de Lúcifer
    • III. — O DEUS REVELADO
      • 1. O Intermediário
      • 2. Finitum capax infiniti
        • A) O limite traçado pelo círculo
        • B) O problema do subordinacionismo
        • C) O primeiro rebaixamento da Divindade
        • D) Limite e plenitude: o espaço místico e a materia prima
      • 3. O Cristo-Sabedoria, corpo da Divindade
        • A) Deus tem um corpo? Orígenes contra Clemente
        • B) Zinzendorf: Deus corpo da Divindade
        • C) Oetinger: sua doutrina realista do corpo espiritual
        • D) O realismo de Zinzendorf
        • E) O sangue de Cristo: ens penetrabile
        • F) A peripécia do golpe de lança
        • G) Sístole e diástole
        • H) A altura: dimensão da expansão espiritual
        • I) Os dois Pleromas
        • J) Os pleromas individuais
        • K) A fé: materia prima
        • L) O corpo glorioso na vida terrestre
      • 4. O Cristo-Homem
        • a) O Homem na Cabala
        • b) O Anthropos dos gnósticos
        • c) Antropomorfismo e exemplarismo invertido
        • d) Mística do homem encarnado
        • e) O Cristo de Zinzendorf: do Homem ao Filho do homem
        • f) O Homem: a totalidade primeira
        • g) O Filho do homem: a totalidade última
      • 5. O Deus pessoa
        • A) Pessoa e plenitude
        • B) Sabelianismo e arianismo
        • C) A pessoa do Filho
        • D) Emanuel
        • E) O Cristo coração de Deus
        • F) O Cristo-Sabedoria imagem da Divindade
        • G) A imaginação divina
        • H) A imagem de Deus na alma fiel
        • I) A contemplação transformante
        • J) A perfeição da imagem na pessoa
      • 6. A Revelação final
        • A) O Reino de mil anos
        • B) A apocatástase
          • a) O Evangelho eterno
          • b) O Cristo no inferno: a libertação dos condenados
          • c) A reconciliação universal
          • d) O Ano jubilar
          • e) A salvação pelo fogo
          • f) O limbo e o inferno. Purgatório
          • g) A “eternidade” das penas
          • h) Expiação e remissão
          • i) O problema da unidade de Deus na Cabala
          • j) A Graça e o Juízo
          • k) A Justiça e o Mal
          • l) Zinzendorf e Dippel: duas concepções do restabelecimento de todas as coisas
          • m) Zinzendorf: O Cristo irado e Jesus misericordioso
          • n) Esperança para os condenados e resignação ao Inferno
          • o) Mistério que não deve ser ensinado
          • p) Doutrina do Cristo Salvador do mundo
          • q) O abandono da Realeza ao Pai
          • r) Fim e recomeço
          • s) Deus tudo em todos
  • CONCLUSÃO
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