O encontro com os escritos de
Boehme, há mais de quinze anos, revelou-se uma revelação — pois, uma vez adotada a chave de interpretação simbólica, sua linguagem aparentemente obscura torna-se cristalina e pode ser lida com a fluidez de um romance policial sobre tudo o que existe ou é concebível: divindade, cosmos e o próprio ser humano.