O mesmo é superessencialmente eterno, inconvertível, permanecendo em si mesmo, sempre sendo na mesma condição e maneira, presente a todos do mesmo modo, firmemente e puramente fixado nos mais belos limites da mesmidade superessencial, sem mudar, sem cair, sem desviar, inalterável, inconfundível, imaterial, simplesíssimo, autossuficiente, sem aumento, sem diminuição, não originado — não como ainda não tendo vindo ao ser, ou imperfeito, ou não tendo vindo de isto ou aquilo, mas como absolutamente não originado e sempre sendo.
O mesmo é autocompleto, sendo por si mesmo e diferenciado por si mesmo em uma única e mesma forma, derramando a mesmidade de si mesmo a todas as coisas aptas a participar dEla, e atribuindo as coisas diferentes às que são diferentes; sendo abundância e causa de identidade, precontendo identicamente em Si mesmo até as coisas contrárias, como convém à única e exclusiva Causa que supera toda a identidade