Entre os profanos, uns pensam ilógicamente em ir ao não-ser; outros que a mistura corporal com suas almas será separada definitivamente por ser inadequada a uma vida divina e a lotes
bem-aventurados; outros atribuem às almas a união com outros corpos, cometendo, segundo o entendimento do autor, uma injustiça ao privá-las de suas justas retribuições após terem laborado com as almas piedosas; e outros ainda afirmam que o santíssimo e
bem-aventurado repouso prometido aos devotos é semelhante à vida neste mundo, rejeitando ilegitimamente para os iguais aos
Anjos os alimentos próprios de outro gênero de vida.