A hierarquia dos
anjos, arcanjos, principados, autoridades, potências, senhorios e tronos celestes foi tratada em escritos anteriores segundo a capacidade do autor, não segundo a dignidade desses seres.
Os seres mencionados incluem Querubins e Serafins — designações em língua hebraica para as ordens mais próximas de Deus
Toda hierarquia, a celestial e a eclesiástica, possui um único e mesmo poder ao longo de toda a transação hierárquica
O Hierarca é iniciado nas coisas divinas segundo sua essência, analogia e grau, sendo deificado e transmitindo a deificação aos subordinados conforme a aptidão de cada um
Os subordinados seguem os superiores e elevam os inferiores; todos participam, na medida do possível, do verdadeiramente Belo, Sábio e Bom mediante a harmonia sacerdotal inspirada
Os seres superiores são incorpóreos e sua hierarquia é inteligível e supramundana; a hierarquia humana, por sua vez, vale-se de símbolos sensíveis para conduzir à deificação uniforme, conforme a capacidade humana
Foi tratado de modo mais sistemático no tratado Sobre o Inteligível e o Sensível a distinção entre os modos de participação nos seres superiores e nos humanos