Ao norte do altar do incenso foi colocada uma mesa com os pães da proposição — pois os ventos mais nutritivos são os do norte —, e isso significa certas assembleias de igrejas conspirando para formar um único corpo e uma única assembleia.
As coisas registradas sobre a arca sagrada significam as propriedades do mundo do pensamento, que está oculto e fechado para os muitos.
As figuras douradas com seis asas cada significam ou as duas Ursas, como alguns querem, ou antes os dois hemisférios — e o nome querubim significava muito conhecimento.
Ambos juntos têm doze asas, e pelo zodíaco e o tempo que nele se move, apontam para o mundo dos sentidos.
A tragédia, discorrendo sobre a Natureza: “O tempo incansável circula em fluxo perene, produzindo a si mesmo. E os gêmeos ursos, sobre os rápidos movimentos errantes de suas asas, guardam o polo atlânteo.”
Atlas, o polo impassível, pode significar a esfera fixa, ou melhor, a eternidade imóvel.
A arca, chamada em hebraico Thebotha — interpretado como “um em vez de um em todos os lugares” —, pode indicar a oitava região e o mundo do pensamento, ou Deus, todo-abarcante, sem forma e invisível; ou significa o repouso que habita com os espíritos adoradores significados pelos querubins.
O rosto é símbolo da alma racional; as asas são os sublimes ministros e energias dos poderes à direita e à esquerda; e a voz é a glória deliciosa na contemplação incessante.