pode ser compreendida como um sistema dinâmico baseado na emanação e no retorno, assemelhando-se ao modelo clássico do platonismo cristão.
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Quatro temas centrais da pregação identificados em sermão: desapego, ser reformado em Deus, nobreza da alma e pureza da natureza divina.
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Unidade interna evidenciada no Sermão 52, que classifica o avanço ou ruptura como mais nobre do que o fluxo externo.
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Sermão 15 e a interpretação da parábola do homem nobre que retorna mais rico após partir para uma terra estrangeira.
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Sermão 22 e a linguagem do amor do Cântico dos Cânticos sobre o noivo que sai do lugar mais alto para reentrar com a noiva no lugar mais puro.
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Sermão 53 e as teses de que a saída de Deus é sua entrada e de que as criaturas são chamadas a retornar de onde fluíram.
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Presença do modelo nas obras latinas, especificamente no Sermão XXV.1, definindo a primeira graça como fluxo externo e a segunda como refluxo ou retorno.
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Formulação sobre as obras salvíficas da Trindade, indicando a necessidade de todas as coisas serem banhadas no sangue de Cristo e reconduzidas ao Pai pelo Filho, harmonizando o refluxo ao fluxo.
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Estrutura fundamental descrita pelos conceitos de exitus, effluxus, ûzvliezen para a emanação, e reditus, refluxus, durchbrechen, îngânc para o retorno à fonte inefável.