A inscrição é dedicada à memória de uma certa Flávia Sofê e de seu esposo, provavelmente membros de um grupo
valentiniano, e evoca um ritual de iniciação que encontrará pleno cumprimento no além com a entrada na câmara nupcial: “Desejando ardentemente a luz do
Pai, tu, minha irmã, minha esposa, minha Sofê, foste ungida no banho de Cristo com um óleo perfumado imperecível e sagrado, apressaste-te para contemplar o divino rosto dos
eons, o grande
anjo do grande conselho, o verdadeiro
Filho. Entraste na câmara nupcial e te aconchegaste no seio do
Pai” — CIG 9595a