O fragmento de Turfan M 7 apresenta Zarathustra dialogando com sua Alma, imagem da parte luminosa aprisionada na Matéria.
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O nous é associado ao Intelecto e ao Espírito.
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A Alma, chamada griw, é a parte de si mesmo engolida pela Matéria.
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O Salvador diz à Alma: “Se quiseres, eu te revelarei o testemunho dos pais ancestrais.”
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O Salvador diz: “O virtuoso Zarathustra, o libertador, dirigindo-se à sua Alma, disse: Pesada é a embriaguez em que dormes. Desperta-te e contempla-me! Salve a ti, mundo de paz, de onde outrora te enviei.”
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A Alma responde: “Sou eu, eu que sou o terno filho inocente de Sroshav. Na mistura eu sofro sofrimentos. Tira-me do abraço da morte.”
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Zarathustra pede: “Ó origem verdadeira, ó meu membro, da força dos Viventes e dos mais altos mundos, que a salvação te chegue de tua pátria.”
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Zarathustra acrescenta: “Segue-me, filho de doçura, cinge tua fronte com o diadema luminoso, filho dos Poderosos, tão pobre tornado, que devias mendigar em todos os lugares.”