retoma o Êxodo e o Cântico como movimento sem fim de saída e entrada.
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A Homilia XI compara o avanço da alma guiada pela voz do Verbo às sucessivas revelações de Moisés.
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As etapas são a luz, a nephele e o gnophos.
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O caminho místico recobre gradualmente de sombra as aparências sensíveis e as realidades compreendidas.
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A contemplação da alma fica diante do invisível e incompreensível em que Deus se encontra.
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A sombra das árvores do jardim em que a alma repousa é a Nuvem.
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Nessa Noite aparece o Invisível, dando à Esposa não uma noção clara de si, mas uma sensação de presença.
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A Homilia XII descreve o êxodo para fora de si como entrada nos bens superiores.
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Esse movimento de saída e entrada nunca termina.
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Não há cessação na ascensão perpétua de Moisés acima de si mesmo.
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Quem deseja ver Deus vê o objeto de seu desejo na busca perpétua.
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A contemplação do rosto de Deus é o caminho sem pausa em sua direção sob a guia do Verbo.
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A alma quer mais do que pode, mas sua busca infinita é fonte de beatitude.
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As palavras do Cântico 5, 7, “Feriram-me, golpearam-me”, são gritos da alma alegre que se gloria de coisas belíssimas.
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A alma é despojada e golpeada, jorrando como a rocha atingida por Moisés no deserto.