Paulo adverte, no entanto, que os “fortes” não devem desprezar os demais por sua fraqueza (14:3), nem devem permitir que sua própria liberdade ofenda os psíquicos (14:13-21); ordena aos psíquicos que não presumam julgar o pneumático — “pois Deus o acolheu” — e em encerramento aconselha os “fortes” a manter sua fé em segredo “entre vós e Deus” (14:22), não ofendendo os psíquicos, para que “juntos possais glorificar o Deus e
Pai de nosso Senhor
Jesus Cristo” (15:6); pois reconhece aos “gentios” que louva e abençoa (15:13-17) que “vós mesmos estais cheios de bondade, tendo sido preenchidos com toda a gnose, e sois plenamente capazes de admoestar outros” (15:14); Paulo louvando a “graça” pela qual veio a pregar “o
evangelho de Deus” (15:16), o
evangelho pneumático, acrescentando que “sei que quando vos visitar virei na plenitude (pleroma) da bênção de Cristo” (15:29); finalmente, os recomenda “ao único Deus Sábio, por
Jesus Cristo, entre os éons” (16:27)