A alma de Gad, após a morte, é levada por
anjos diretamente ao céu, não ao seio de Abraão, e lá contempla o prêmio pela caridade do rei.
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A narrativa de Gad evoca a súplica do epulão para voltar à terra, mas com o objetivo de comprar méritos para um palácio eterno.
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Os
anjos que levam a alma ao céu mostram a superioridade do descanso celestial sobre o subterrâneo.
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A parábola é reinterpretada para promover a caridade como meio de alcançar uma morada eterna no céu, não apenas o refrigerio no seio de Abraão.
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Evangelho dos Nazareus
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Um fragmento atribuído ao
Evangelho dos Nazareus adapta o diálogo do jovem rico, relacionando a miséria dos filhos de Abraão (como Lázaro) à riqueza acumulada.
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O texto critica o rico que guarda seus bens enquanto seus irmãos (filhos de Abraão) passam fome, ecoando a situação de Lázaro à porta do epulão.
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A autoridade de Moisés e dos profetas é invocada para condenar a falta de caridade com os necessitados.
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A passagem enfatiza que a mera observância da lei não é suficiente sem a partilha dos bens com os pobres, que são irmãos na fé.