Jesus simplesmente aponta para a verdadeira atitude para com Deus como a alternativa superior e pressupõe que seja alcançável, dada genuína disposição humana; assim sua morte na cruz — ou, de modo geral, a redenção de uma humanidade constitucionalmente pecadora pela paixão e ressurreição de um salvador — não tem lugar legítimo na própria mensagem de
Jesus; a mensagem de Paulo sobre
Jesus como o Cristo crucificado significa um passo decisivo além da mensagem do próprio
Jesus — um passo com o qual os caminhos do velho credo e do novo realmente se separam