O sincretismo — o entrelaçamento de ideias e imagens dadas, ou seja, das moedas cunhadas das diversas tradições — é naturalmente apenas um fato formal, que deixa aberta a questão do conteúdo mental cuja aparência externa assim determina, surgindo daí o interrogativo sobre o que há de uno no múltiplo diante de um fenômeno tão composto.
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A questão é saber qual é a força organizadora na matéria sincretista.
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Afirmou-se anteriormente, a título de asserção preliminar, que apesar de seu exterior “sintético” o novo espírito não era um ecletismo sem direção.
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Impõe-se portanto indagar qual era o princípio diretor e qual era a direção.