Todas as coisas ingênitas residem potencialmente em nós, não em ato — como a gramática ou a geometria —, e se obtiverem a palavra e o ensino adequados, o amargo se tornará doce, ou seja, “lanças em foices e espadas em arados” (
Isaías 2:4), e a criança não será palha e madeira consumidas pelo fogo, mas fruto perfeito e plenamente formado, igual e semelhante à potência ingênita e infinita.