No sexto dia, Deus criou os animais terrestres de toda espécie e, por fim, os seres humanos à sua própria imagem, conferindo-lhes domínio sobre todas as criaturas e provendo alimentação vegetal a todos os seres.
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A criação dos humanos é precedida por uma deliberação no plural — “façamos os humanos à nossa imagem, semelhantes a nós” — distinguindo-se das demais criações.
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Os humanos são criados à imagem de Deus, macho e fêmea, e recebem bênção e mandato de fecundidade, multiplicação e governo da terra.
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O domínio humano abrange os peixes do mar, as aves do céu, os animais e os répteis.
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A alimentação concedida aos humanos são plantas com sementes e árvores frutíferas; aos animais, aves e criaturas da terra, toda planta verde.
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Ao final do sexto dia, Deus contemplou tudo o que havia feito e declarou que era muito bom — único momento em que o juízo de valor é intensificado.
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No sétimo dia, com os céus, a terra e tudo neles concluídos, Deus descansou de toda a obra realizada e santificou esse dia em razão do repouso que nele tomou.
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O término da criação precede o descanso: Deus viu que sua obra estava completa.
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Deus abençoou o sétimo dia e o tornou sagrado — distinção qualitativa em relação aos demais dias.
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O repouso divino fundamenta a santidade do sétimo dia como princípio de ordenação do tempo humano.