O Poimandres, o tratado com que se abre o Corpus Hermeticum, ilustra esse processo: Hermes tem uma visão de Poimandres, o pastor de homens, o
Noûs arquetípico, que muda de aspecto e diante do qual, narra Hermes, tudo se abriu, e vejo uma visão indeterminada, tudo se torna luz calma e alegre, e tendo-a visto, apaixonei-me por ela.