Zinzendorf era acusado de sabellianismo na medida em que não distinguia as pessoas da
Trindade à maneira ortodoxa — mas estabelecia uma diferença suficiente entre a Divindade em si, o
Pai, e o Deus manifestado, o
Filho, para não merecer ser considerado antropomorfista ou patripassiano — ao contrário, essa diferença era tal que se podia proferir contra os Irmãos a acusação inversa: como os gnósticos, distinguiam entre uma Divindade suprema e um Deus inferior.