Em De Abrahamo, 121, ao interpretar a aparição em Mambré, Filon escreve: “O lugar central é ocupado pelo
Pai do Universo, que nas Sagradas Escrituras é chamado O-que-é como nome próprio, enquanto de cada lado dele estão os poderes mais antigos e próximos a ele, o criativo e o real. O título do primeiro é Deus, pois estabeleceu e ordenou o Todo; o título do segundo é Senhor, pois é direito fundamental do criador governar e controlar o que trouxe à existência.”