LES IDÉES PHILOSOPHIQUES ET RELIGIEUSES DE PHILON D'ALEXANDRIE. PARIS: LIBRAIBIE ALPHONSE PICARD & FILS, 1908
INTRODUÇÃO E BIBLIOGRAFIA
LIVRO I – O JUDAÍSMO
LIVRO II – DEUS, OS INTERMEDIÁRIOS E O MUNDO
CAPÍTULO II – O LOGOS
Posição do problema.
1. – A teoria estoica do logos. Logos e alma do mundo. Comparação do Da Plantação e de um texto de Cleômedes.
2. – O Logos divisor. O tratado sobre a divisão em Quem é o herdeiro das coisas divinas e seus complementos na obra de Filon. O logos divisor e o Deus de Heráclito. O logos como princípio de mudança (logos-Tiqué) liga-se a Heráclito.
3. – O Logos como ser inteligível. I. Logos e mundo inteligível no Da Criação do Mundo. O Logos unidade e
o Logos número sete. – II. O mundo inteligível no Comentário Alegórico é essencialmente o reto logos dos estoicos tornado entidade inteligível.
4. – O Logos como intermediário. Embaraços de Filon na determinação do lugar do Logos em relação a Deus. O objetivo da concepção do Logos intermediário não é resolver um problema cosmológico, mas sim um problema religioso.
5. – O Logos como palavra divina. O Logos divino como som misterioso. O Logos – culto interior revelado. Distinção da linguagem interior e da proferida. O logos como revelação inferior à intuição direta de Deus. O logos divino como apaziguador da paixão.
6. – O Logos ser mitológico. É na mitologia alegórica dos estoicos e do tratado sobre Ísis que se encontram unidos em um só ser todos esses traços do Logos. O Logos filoniano e o Hermes de Cornuto, o Osíris e o Hórus do tratado sobre Ísis.
CAPÍTULO IV – O MUNDO
1. – As teorias cosmológicas. A influência preponderante do estoicismo. A antropologia.
2. – Os cultos cósmicos. A teoria do mundo é por si mesma uma explicação completa. Os diversos cultos cósmicos em Filon. O politeísmo considerado como culto cósmico. O culto dos elementos. A astrologia caldeia. As críticas de Filon. Lugar reservado à astrologia na sabedoria. O mundo, intermediário ao qual são atribuídas as funções do Logos.
LIVRO III – O CULTO ESPIRITUAL E O PROGRESSO MORAL
CONCLUSÃO – não há unidade doutrinal na moral de Filon; ela é a primeira moral da consciência.
APÊNDICE