LES IDÉES PHILOSOPHIQUES ET RELIGIEUSES DE PHILON D'ALEXANDRIE. PARIS: LIBRAIBIE ALPHONSE PICARD & FILS, 1908
INTRODUÇÃO E BIBLIOGRAFIA
LIVRO I – O JUDAÍSMO
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CAPÍTULO PRIMEIRO – O POVO JUDEU
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O futuro material do povo judeu: como é descrito na Exposição da Lei. A ideia do rei messiânico; sua parentela com a do rei-sábio dos estoicos. Em Moisés, obra de propaganda, o futuro da Lei substitui o futuro do povo judeu. No Comentário Alegórico, as ideias escatológicas estão totalmente ausentes.
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CAPÍTULO II – A LEI JUDAICA
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1. A lei judaica segundo Filão. A Lei judaica como lei natural. Filão e Cícero (Das Leis e Da República).
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2. Crítica dos legisladores. Lugares-comuns contra a lei civil oriundos da escola cínica. – Emprego do Górgias e do Político de Platão. A política e a parenética estoica. Crítica dos legisladores gregos, das Leis de Platão.
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3. O legislador. O retrato de Moisés como rei e legislador e o Hermes Trismegisto. Sua semelhança com o rei ideal dos neopitagóricos, que deriva das Leis de Platão. Relação dos retratos de Moisés com o do Messias e do imperador romano.
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4. A Exposição da Lei. I. O Gênesis. O Da Criação como prólogo das Leis. – II. Os patriarcas como leis não escritas. Análogos gregos dessa literatura edificante. – III. As leis do código mosaico; origem da interpretação dessas leis.
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5. O governo político. Os lugares-comuns sobre os governos. O Império Romano; sua teoria do império e do imperador. Filão é homem de governo e reclama apenas a tolerância para as leis judaicas.
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CAPÍTULO III – O MÉTODO ALEGÓRICO
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Generalidade desse método na época de Filão. Sua significação.
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I. – O método alegórico entre os gregos. A alegoria estoica em Filão. Parentesco íntimo da alegoria filoniana com a alegoria neopitagórica do Quadro de Cebes. A teoria dos números.
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II. – O método alegórico entre os judeus antes de Filão. Há apenas traços de alegoria nas obras judaico-alexandrinas anteriores a Filão, Aristóbulo lhe é posterior. O tratado Todo o homem honesto é livre testemunha a prática do método alegórico entre os essênios: crítica desse testemunho. A alegoria entre os judeus palestinos: influência provável do judaico-alexandrinismo. A alegoria em Filão e entre os Terapeutas. Análise dos testemunhos de Filão sobre a tradição alegórica judaica: as diversas direções da alegoria. A contribuição de Filão.
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III. – Filão e seus adversários judeus.
LIVRO II – DEUS, OS INTERMEDIÁRIOS E O MUNDO
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CAPÍTULO PRIMEIRO – DEUS
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CAPÍTULO II – O LOGOS
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Posição do problema.
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1. – A teoria estoica do logos. Logos e alma do mundo. Comparação do Da Plantação e de um texto de Cleômedes.
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2. – O Logos divisor. O tratado sobre a divisão em Quem é o herdeiro das coisas divinas e seus complementos na obra de Filão. O logos divisor e o Deus de Heráclito. O logos como princípio de mudança (logos-Tiqué) liga-se a Heráclito.
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3. – O Logos como ser inteligível. I. Logos e mundo inteligível no Da Criação do Mundo. O Logos unidade e o Logos número sete. – II. O mundo inteligível no Comentário Alegórico é essencialmente o reto logos dos estoicos tornado entidade inteligível.
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4. – O Logos como intermediário. Embaraços de Filão na determinação do lugar do Logos em relação a Deus. O objetivo da concepção do Logos intermediário não é resolver um problema cosmológico, mas sim um problema religioso.
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5. – O Logos como palavra divina. O Logos divino como som misterioso. O Logos – culto interior revelado. Distinção da linguagem interior e da proferida. O logos como revelação inferior à intuição direta de Deus. O logos divino como apaziguador da paixão.
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6. – O Logos ser mitológico. É na mitologia alegórica dos estoicos e do tratado sobre Ísis que se encontram unidos em um só ser todos esses traços do Logos. O Logos filoniano e o Hermes de Cornuto, o Osíris e o Hórus do tratado sobre Ísis.
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CAPÍTULO III – OS INTERMEDIÁRIOS