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//Paul Nothomb — [[biblia:bo:|OS RELATOS BÍBLICOS DA CRIAÇÃO]]//
Gen 1,11 E «Deus» pensou: que a terra "vegete" de vegetação, da erva se auto-sementando, das árvores de fruto fazendo fruto segundo sua espécie, tendo sua semente nelas sobre a terra. E assim foi.
Deus pensou e o Homem assimilou e constatou que a terra é seu «lugar» no qual ela se desvela àquele com alimentadora. Ela não deve ser trabalhada nem cultivada, ela lhe fornece espontaneamente tudo que tem necessidade para viver, el pessoalmente (vide [[gen:1:29|Gen 1,29]]) assim como os animais que o cercam (ver [[gen:1:30|Gen 1,30]]). Este versículo de maneira muito evocadora em hebreu, pela repetição sistemática das raízes nas palavras e nos verbos correspondentes — que ensaio dar conta pelo «vegetar» da vegetação... — o movimento circular, recorrente e perpétuo da vegetação quer dizer agrado dos olhos, do prazer do gosto, da renovação do corpo, e de todas as delícias das quais esta exuberância natural é a metáfora, garantidas indefinidamente ao Homem pela terra que descobre. E que a descobre aqui, antes do sol e das estrelas, mostra bem que a ordem deste relato não é objetivo mas subjetivo. Pedagógico. O ciclo vegetal anuncia o ciclo animal, biológico ao qual o Homem, integralmente o pertencendo, está destacado. Pela primeira vez, é questão de «espécie», de semente, de fruto, de geração e de reprodução. Mas para o bem do Homem. Não para sua morte.
Annick de Souzenelle — Alliance de feu : Tome 1, Une lecture chrétienne du texte hébreu de la Genèse
Gn 1,11 E disse Elohim: que verdure a terra, verdure de erva ensemeando semente, árvore de frutos fazendo frutos segundo sua espécie, que nele sua semente sobre a terra/ o seco e que assim seja, certo.
É o casamento do céu e da terra para a mais sublime fecundidade.
O casamento das águas-do-alto e das águas-de-baixo.