theosophos:dialogos-anjo:start
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| + | ===== DIÁLOGOS COM O ANJO ===== | ||
| + | //Resenha feita por Henri Blanquart, publicada em Epignosis n. 17, 1987// | ||
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| + | Em 1943, quatro amigos, dos quais três, Hanna e seu marido Joseph, assim como Lili, são Judeus, e a quarta, Gitta, cristã, se reúnem regularmente. Nenhuma destas quatro pessoas pratica sua religião. Todavia, estes quatro amigos eram autênticos «buscadores»: | ||
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| + | Ora Hanna não é médium. Não se trata de modo algum, ao longo destas «conversas», | ||
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| + | O que choca na leitura dos Diálogos, é o universalismo deste ensinamento. Algumas frases poderiam ser postas na boca de um Mestre do Vedanta, na de um Mestre Zen, etc. Certo é que algumas referências são por vezes feitas ao Cristianismo, | ||
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| + | Sim, a essência do ensinamento dos Diálogos não pode se comparar a noções catequísticas: | ||
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| + | Ora, se pomos a questão: Quem são estes «Anjos»? Gitta Mallasz, graças a quem estes Diálogos puderam ser revelados ao público, não hesita a defini-los como «o Mestre Interior» de cada um de nós. Não se pode impedir, bem entendido, de fazer referência à noção cristã de «anjo da guarda». Mas este «anjo da guarda» é percebido pelos cristãos como uma entidade exterior a eles, carregada de guiá-los e de protegê-los. Uma melhor comparação é aquela, oriental ainda, de Atman, a «Centelha Divina» em nós, e nos lembramos igualmente do ensinamento do Bardo Thodol, o Livro dos Mortos tibetano, que expõe, de maneira explícita, o fato que nossa consciência se encontra atualmente mergulhada em nosso ego, enquanto seu lugar imutável e eterno se situa na Centelha Divina em nós («Cristo em nós» de São Paulo). | ||
